PM que entrou armado alegou estar em operação, diz 'Iate'

Em nota conjunta divulgada na tarde deste domingo (05/02), o Iate Clube de Teresina, a Kalor Produções e a Flyer, organizadores do “Baile do Pirata”, afirmam que o policial que conseguiu entrar armado na festa alegou estar em operação. Mesmo sem farda, ele se identificou como militar do Maranhão e pediu gratuidade no acesso ao evento.

Segundo os organizadores, “equipe de portaria, como de praxe, tirou fotografias dos seus documentos, fez o cadastro da sua presença no evento e pegou numeração da sua arma”.

Mas o que a administração não contava era com o fato de que, após uma briga, o militar iria sacar da arma que portava, levando pânico a quem saiu de casa para curtir a festa. As imagens foram registradas por quem estava na prévia carnavalesca, uma das mais tradicionais de Teresina, e viralizou durante o dia de hoje nas redes sociais e pelo aplicativo WhatsApp.

Segundo o Iate, após ser contido o militar foi levado para a Central de Flagrantes, onde foi prestada queixa do ocorrido. A nota reforça ainda pedido de providências à Polícia Militar do Maranhão.

FATO NÃO TERIA SIDO ISOLADO

Um relato postado por Yulaia Medeiros em seu perfil no Facebook aponta que o caso da noite passado não teria sido isolado. No Baile Vermelho e Branco, ocorrido no sábado (28) – uma das quatro prévias de carnaval realizadas pelo Iate Clube – um outro militar, este que seria integrante do Exército, teria exibido uma arma durante os shows.
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Segundo a jovem, o “jovem capitão” armado, saltitava, aprontando com as pessoas nas mesas, com as dançarinas e outras mulheres, deixando claro que estava de posse de uma arma de fogo. Relata a jovem que o tal “capitão”, ao assediar a sua mãe de forma grosseira, foi pedido a ele que parasse com a prática.

Fonte: 180°

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